e não me encontrei.
procurei-me, por todos os cantos e outros mais que houvesse.
nada de mim soube e
então parti à minha procura.
fui por sítios que nem sei, a horas vadias
por dias e dias E dias sem dias
por sombras por ruas esguias
encostado a pálidas paredes frias.
assim e por lá andei tempos sem conta e quando me dei conta
estava De novo aqui.
Deixei de Me procurar. então, ai me vi.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
fui procurar a felicidade
bati à porta e entrei
sem pedir Posso porque a felicidade gosta de ser surpreendida
procurei, a felicidade não estava.
Encontrei o Vazio, Boas disse eu Por cá disse ele
E mais me disse, que a felicidade tinha ido de férias com o Acaso,
que por acaso se encontrava Algures.
E ali fiquei. como encontro eu a Felicidade perguntei.
o Vazio nada me disse, encolheu-se e seguiu para nenhures.
ao fechar a porta encontrei a Dúvida que se passeava com o Medo, mãos bem apertadas
passaram e fizeram conversa. fiz-me desapercebido.
e por ali continuei encolhido, quase sumido e quase sem saber de mim.
eis que ela chega, a Oportunidade. esperas a felicidade perguntou
e acrescentou Ela está por ai, matreira e preguiçosa não trabalha mas faz-se trabalhar
procura-a, e quando menos esperares, ela acaba por Te encontrar.
sem pedir Posso porque a felicidade gosta de ser surpreendida
procurei, a felicidade não estava.
Encontrei o Vazio, Boas disse eu Por cá disse ele
E mais me disse, que a felicidade tinha ido de férias com o Acaso,
que por acaso se encontrava Algures.
E ali fiquei. como encontro eu a Felicidade perguntei.
o Vazio nada me disse, encolheu-se e seguiu para nenhures.
ao fechar a porta encontrei a Dúvida que se passeava com o Medo, mãos bem apertadas
passaram e fizeram conversa. fiz-me desapercebido.
e por ali continuei encolhido, quase sumido e quase sem saber de mim.
eis que ela chega, a Oportunidade. esperas a felicidade perguntou
e acrescentou Ela está por ai, matreira e preguiçosa não trabalha mas faz-se trabalhar
procura-a, e quando menos esperares, ela acaba por Te encontrar.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
atirei-me ao chão
de alto a baixo, deixei-me cair
tombar e forçar-me à velha tábua que
sustenta este moribundo
que se deixa cair
que não se quer levantar
porque no chão é mais
e mais é chão e choro e noite.
dei por mim caído, sem saber porquê POR QUEM?
e lá, como aqui, nada mais. Ninguém.
tombar e forçar-me à velha tábua que
sustenta este moribundo
que se deixa cair
que não se quer levantar
porque no chão é mais
e mais é chão e choro e noite.
dei por mim caído, sem saber porquê POR QUEM?
e lá, como aqui, nada mais. Ninguém.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
a porta ficou aberta
entreaberta, para que entres sorrateira
para
que te chegues aqui e te encontres
que não fujas mais de ti nem tão pouco te persigas
para que sejas e me inventes
de novo.
para
que te chegues aqui e te encontres
que não fujas mais de ti nem tão pouco te persigas
para que sejas e me inventes
de novo.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
tudo o que começa
acaba. parece ser o principio lógico e mais básico.
marca um inicio, nasce um fim, incerto à partida mas uma garantia ao longo do caminho.
conhecer pessoas, sentir pessoas, trabalha-las e vivê-las é das coisas mais fantasticas e maravilhosas que se pode fazer nesta passagem.
amá-las é ainda mais. apenas mais. e mais tudo.
aprendi a amar há pouco tempo, e aprendi todos os dias, porque todos os dias amava mais e nunca cansei.
todos os dias amava mais e nunca parei, a adrenalina de algo a que chamamos paixão fez correr e pintar o sangue de vermelho-vida.
bater o coração a toque de intervenção. fez cantar e ao mundo contar o mistério de ser feliz.
olhar e nada dizer, pensar e sempre sorrir
olhar para o lado e sentir que estavas ali,
abraçar-te até o sol invadir este meu mundo. e assim se faz Amar
e contar histórias sem rumo certo, escrever em páginas invisiveis o maravilhoso que é sentir algo que toda a gente comenta e ninguém percebe. que invejam e não percebem que podem escrever semelhante.
sentimos e sentimo-nos como pessoas e com pessoas. que passaram, que quiseram, que marcaram. mudaram algo em nós e mudamos algo em alguém.
a força de acreditar nem sempre foi Força,
caímos e nem sempre foi a melhor mão que nos levantou. cedo ou tarde, algo se ergueu e deu forma à coragem e ao medo.
aprendi. não a lição, mas o principal.
que amar não é facil, é perigoso, é um jogo sem regras e de vitorias constantes.
que sabe bem, que dá vida à alma, que alimenta e inventa o ser.
que pode ter uma grande derrota se a chama se apagar.
que apagou. que fez e faz sofrer, deixar de acreditar, deixar de querer.
que magoa, que fere, que destroi.
mas que valeu cada segundo em que viveu, em que fez viver.
"o sonho so termina quando o sonhador deixar"
Ainda acredito que sim.
____
Para ti, que me ensinaste a amar e um dia me deste a mão.
Para o teu outro "eu" que espero que um dia volte a ser o que sonhei e gostaste.
marca um inicio, nasce um fim, incerto à partida mas uma garantia ao longo do caminho.
conhecer pessoas, sentir pessoas, trabalha-las e vivê-las é das coisas mais fantasticas e maravilhosas que se pode fazer nesta passagem.
amá-las é ainda mais. apenas mais. e mais tudo.
aprendi a amar há pouco tempo, e aprendi todos os dias, porque todos os dias amava mais e nunca cansei.
todos os dias amava mais e nunca parei, a adrenalina de algo a que chamamos paixão fez correr e pintar o sangue de vermelho-vida.
bater o coração a toque de intervenção. fez cantar e ao mundo contar o mistério de ser feliz.
olhar e nada dizer, pensar e sempre sorrir
olhar para o lado e sentir que estavas ali,
abraçar-te até o sol invadir este meu mundo. e assim se faz Amar
e contar histórias sem rumo certo, escrever em páginas invisiveis o maravilhoso que é sentir algo que toda a gente comenta e ninguém percebe. que invejam e não percebem que podem escrever semelhante.
sentimos e sentimo-nos como pessoas e com pessoas. que passaram, que quiseram, que marcaram. mudaram algo em nós e mudamos algo em alguém.
a força de acreditar nem sempre foi Força,
caímos e nem sempre foi a melhor mão que nos levantou. cedo ou tarde, algo se ergueu e deu forma à coragem e ao medo.
aprendi. não a lição, mas o principal.
que amar não é facil, é perigoso, é um jogo sem regras e de vitorias constantes.
que sabe bem, que dá vida à alma, que alimenta e inventa o ser.
que pode ter uma grande derrota se a chama se apagar.
que apagou. que fez e faz sofrer, deixar de acreditar, deixar de querer.
que magoa, que fere, que destroi.
mas que valeu cada segundo em que viveu, em que fez viver.
"o sonho so termina quando o sonhador deixar"
Ainda acredito que sim.
____
Para ti, que me ensinaste a amar e um dia me deste a mão.
Para o teu outro "eu" que espero que um dia volte a ser o que sonhei e gostaste.
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